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28 de setembro Por aMaR & AmAr demais (Parte II)
Por dias e dias, ansiosa te espero. Sim meu Bem, a saudade é voraz Vejo-o livre e assim liberto te quero
Distante estando, és o ensejo da ausência da minha paz Anseio-te perto pra matar esse desejo
Enquanto isso, planos construo. Pinto lindos e muitos quadros corais Ah meu Amor, a certeza eu possuo
Busco aconchego nos teus braços e te sinto como um cais Morreria feliz no calor do teu abraço
Rebecca Melo 27 de setembro Por aMaR & AmAr demais (Parte I)Por aMaR & AmAr demais,
Por aMaR & AmAr demais,
Por aMaR & AmAr demais,
Por aMaR & AmAr demais,
Por aMaR & AmAr demais,
Por aMaR & AmAr demais,
Por aMaR & AmAr demais,
Rebecca Melo 25 de setembro MI(ni)NA Ama(LeRa)
*E por falar em licença poética e palavra composta, não se oponha se eu estiver munida e disposta a te-bem-querer por mais que toda a vida*
Rebecca Melo 24 de setembro Breve metalinguagem da controvérsia20 de setembro ReincidênciaMal avassalador A maldição se apodera Tentativas se sucedem Um grande poeta diria: Um labirinto de idéias Alguém questiona inocente
Rebecca Melo 18 de setembro Ensaio sobre a felicidadeApós tanto tempo sem atualizar este espaço, é chegado o momento em que, não mais me contendo em expressar o que penso e sinto, resolvi deixar as mãos livres para escrever. Tenho refletido muito ultimamente e, sobretudo, sentido mais do que gostaria. Esse fato tem me conduzido a pensamentos estranhos e confusos a respeito da fragilidade da mente humana, ante as mais delicadas oscilações sentimentais. Fico a me perguntar por que é que, mesmo com todos os motivos para sentir a felicidade plenamente, a gente tende a arranjar motivos (talvez até inconscientemente) para se angustiar, colocando toda a felicidade conquistada em risco por conseqüência. Medos, inseguranças e erros daí decorrentes atrapalham tudo. Mas, apesar de todos os esforços, não encontrei uma resposta suficientemente satisfatória para o questionamento. Por isso, só me resta me conformar em saber que esta é mais uma das tantas características próprias da condição humana. Através de lutas diárias precisamos aprender a lidar com ela e, quem sabe até superá-la, para que as nossas vidas se tornem mais gostosas e menos instáveis. Às vezes sinto vontade de arrancar o coração do peito e dar-lhe uma boa lição de moral. Passar bem uma meia hora dizendo-lhe como deve sentir, tomando por base o meu (pouco usado) lado racional. Mas, embora essa vontade seja forte, não há como executá-la. Os turbilhões de sentimentos (e maus pensamentos deles advindos) se instalam e, então, não nos resta mais nada a fazer além de esperar a tormenta passar. E quando isso acontece, temos ao menos o consolo de que o dito popular “depois da tempestade vem a bonança” (invariavelmente) funciona. Não importando quanto tempo durem e o quão intensas sejam, as ventanias sempre passam. Carregam consigo todo o mal que nos acometia e nos deixam a valiosa oportunidade de recomeçar, reconstruindo as condições, outrora perdidas, de voltar a sentir a tão almejada felicidade (que na verdade, sempre esteve ali, ao nosso alcance). OBS: Acho que o meu otimismo reincidente é mesmo um (bom) mal incurável!
Rebecca Melo |
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